Kyoto - Lugar onde ele nasceu e cresceu. O que passa por sua cabeça, aqui na cidade cujo nome começa com "Kyo"?
- Na primeira vez em que você apareceu em nossa revista, você visitou o templo Gio-ji. Qual a sua impressão sobre o templo Gio-ji e sobre o castelo Nijo, lugar o qual você escolheu visitar dessa vez?
Kyo: Eu realmente gosto do "jeito japonês" de ver o mundo, coisas como o musgo passam um misterioso sentimento para eles, o que desperta o meu interesse. O musgo no templo de Gio-ji estava muito bonito, muito melhor do que eu esperava que fosse. A silenciosa elegância no meio das montanhas foi algo também bastante agradável e se alguém me dissesse que eu poderia viver lá, eu gostaria de fazê-lo. Eu queria ter ficado por muito mais tempo. Se eu me isolasse lá eu poderia me concentrar em escrever músicas, sinto que eu faria bastante progresso. Há muito tempo eu queria tirar fotos em tal atmosfera. A visão de mundo da banda é novamente algo diferente, mas eu, pessoalmente, estava completamente satisfeito.
- Por que você é tão fascinado pelo "jeito japonês"?
Kyo: As coisas estão sempre indo e vindo, nada se perde completamente. Isso é algo que eu realmente gosto. Por não realmente sair de casa quando eu morava em Kyoto, acabei não visitando o Monte Arashiyama ou o castelo Nijo. Naquela época, eu não tinha interesse em nada além da música e acabei não valorizando coisas que estavam tão perto. Bem, falando francamente eu sou uma pessoa que favorece Kyoto (risos). Eu realmente gosto de Kyoto.


