DIR EN GREY
ALÉM DO GROTESCO.
── Vocês representam uma grande parte do J-rock, mas no México são mais conhecidos pelo visual kei que os caracterizavam no passado. O que você acha hoje sobre o fenômeno?
Kyo: Eu não sei muito sobre ele já que eu me afastei um pouco, no entanto, ainda não deixamos completamente o lado do visual kei. No caso do México, eu sei que o número de shows ao vivo de bandas japonesas tem monstrado um aumento impressionante. Eu acho ótimo que os artistas abram novas portas para nós.
── Você está nervoso por se apresentar pela primeira vez na América Latina?
Kyo: Embora seja a primeira vez que estamos visitando esses países, sei de antemão que os fãs deste continente são muito dedicados e calorosos, especialmente os mexicanos. Quero que as pessoas que assistam aos nossos shows se divirtam, mas principalmente que a nossa música seja o vínculo que nos une em uma celebração inesquecível.

